Artigo
É preciso acelerar regularização de contratos para agilizar saneamento básico
Abrir a torneira e ter água tratada ou contar com coleta e tratamento de esgoto parece algo básico. Mas, para que isso aconteça, existe uma cadeia de decisões técnicas, jurídicas, regulatórias e de gestão que impactam diretamente a vida da população.
No artigo, nosso sócio-titular Guilherme Amorim Campos da Silva analisa os desafios para que o Brasil cumpra as metas do Novo Marco Legal do Saneamento Básico até 2033.
O texto aborda o ritmo da regularização dos contratos, a necessidade de ampliar investimentos, o papel das agências reguladoras e os obstáculos enfrentados por estados e municípios na universalização desses serviços.
Trata-se de um debate que vai além da infraestrutura. Fala de saúde pública, desenvolvimento econômico, segurança jurídica e qualidade de vida.
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