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Adoção de IA na advocacia expõe lacunas de controle e riscos

A inteligência artificial já faz parte da rotina da advocacia. A questão agora não é mais se ela será utilizada, mas como garantir que seu uso ocorra com responsabilidade, segurança jurídica e critérios de governança.

 

Esse é o ponto de partida do novo artigo de Guilherme Amorim Campos da Silva, sócio titular do Rubens Naves Santos Jr Advogados, publicado no Valor Econômico S/A.

 

No texto, Guilherme analisa como a rápida incorporação da IA à prática jurídica vem ampliando a produtividade dos escritórios, mas também criando novos desafios relacionados à supervisão humana, responsabilidade profissional, proteção de dados e tomada de decisões. O artigo propõe uma reflexão sobre a necessidade de estabelecer parâmetros claros para que a tecnologia fortaleça a atuação jurídica sem comprometer princípios fundamentais da profissão.

 

Para o escritório, acompanhar as transformações que impactam o exercício da advocacia faz parte do compromisso com uma atuação técnica, ética e preparada para os desafios do ambiente jurídico contemporâneo.

 

Leia o artigo na íntegra aqui.