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Belisário dos Santos Jr fala sobre a 12ª edição do Prêmio de Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns

A Prefeitura de São Paulo abriu as indicações para a 12ª edição do Prêmio de Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns.

 

Criado em 2014, o prêmio reconhece pessoas e instituições com trajetória comprovada na promoção e na defesa dos direitos humanos, da democracia, da justiça social e do enfrentamento às desigualdades.

 

Para Belisário Dos Santos Jr, sócio titular do Rubens Naves Santos Jr. Amorim e membro da Comissão Arns de Direitos Humanos, a escolha dos indicados deve considerar não apenas suas realizações, mas a consistência de suas trajetórias e a dimensão do legado de Dom Paulo Evaristo Arns.

 

Nesta edição, podem ser indicadas pessoas físicas e jurídicas que atuem ou tenham atuado no município de São Paulo em áreas como educação, saúde, assistência social, cultura, arte, esporte e outras iniciativas relacionadas à cidadania e aos direitos humanos.

 

Ao longo de sua história, o prêmio já reconheceu nomes como Frei Betto, Luiza Erundina, Mara Gabrilli, Padre Júlio Lancellotti, Margarida Genevois, Paulo Pedrini e Erika Hilton.

 

Mais do que uma homenagem, participar desse processo é também uma forma de exercício da cidadania. Como destaca Belisário, indicar quem se sobressai na defesa dos direitos humanos está entre os deveres que temos com a comunidade.

 

Os vencedores serão escolhidos por um júri independente e receberão certificado e uma estatueta criada pela artista plástica Tomie Ohtake. A cerimônia está prevista para 2 de dezembro de 2026.