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Triagem obrigatória de autismo em bebês pode gerar discriminação

Decisões que envolvem infância, saúde e desenvolvimento exigem mais do que boas intenções. Exigem cuidado, profundidade e

responsabilidade sobre os impactos que podem gerar ao longo da vida.

 

Esse é o ponto de partida do artigo publicado por Belisário Dos Santos Jr, sócio do escritório, na Revista Medicina S/A.

 

No texto, analisa o Projeto de Lei 2063/25, que prevê a obrigatoriedade da triagem para Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças a partir dos 16 meses de idade. A proposta parte de uma premissa relevante, a importância do diagnóstico precoce, mas levanta uma discussão mais ampla sobre os limites entre cuidado, política pública e possíveis efeitos sociais e jurídicos decorrentes dessa obrigatoriedade.

 

A reflexão propõe um olhar mais atento sobre como medidas estruturadas no campo da saúde podem produzir impactos que ultrapassam o aspecto clínico, alcançando dimensões como inclusão, acesso a direitos e construção de trajetórias individuais desde a primeira infância.

 

O artigo completo está disponível aqui.